28 de julho de 2012

Ilustração Juanribe Pagliarin- o sapateiro e o homem rico


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O Fim dos Tempos

"Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estais coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século. E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores. Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grande sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem. Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres" (Mt 24.1-28).

A restauração de Deus na tragédia

Referência: Jó 1, 2, 42

INTRODUÇÃO

1.Um esforço concentrado do inferno para destruir a família

A família está sendo bombardeada com arsenal pesado. Há torpedos mortíferos apontados para a família. É a crise conjugal. É crise dos jovens. É a crise dos valores.

A família está perdida. A educação moderna está perdida. As instituições não sabem o que fazer para reverter essa crise.

2.Seis áreas básicas que o inimigo tenta atacar em nossa vida

a)Nosso relacionamento com Deus

b)Finanças

c)Filhos

d)Saúde

e)Casamento

f)Amizades.

3.Deus proclama o caráter de Jó – 1.8

Deus conhece os que são seus. Deus conhece sua vida. Ele sabe quem é você. Ele sabe o que você não faz e o que você faz. Ele conhece seus pensamentos, seus desejos, seus sonhos. Deus elogia Jó pela sua piedade e integridade.

4.Satanás levanta suspeitas sobre as motivações de Jó – 1.9-11

Ele disse que Jó serve a Deus por interesse.

Disse que Jó serve a Deus porque Deus o tem enriquecido.

Satanás acusa Jó de amar mais o dinheiro, os filhos e a saúde do que a Deus.

5.Deus constitui Jó como seu advogado na terra – 1.12

Deus confia em Jó. Jó não sabia, mas ele havia sido constituído como advogado de Deus na terra ao passar pelas duras provas e revezes da vida. Se Jó naufragasse, era o nome e a reputação de Deus que estava em jogo.

I.OS TORPEDOS DO INFERNO NA FAMÍLIA DE JÓ

1.Satanás acatou os bens de Jó – 1.13-20

a)Ele usou homens – sabeus e caldeus roubaram e saquearam os rebanhos de Jó. Ele foi espoliado, roubado. Jó decretou falência. Foi à bancarrota. Abriu concordata.

b)Ele usou fogo – queimou ovelhas e servos (1.16).

Jó sendo o homem mais rico do Oriente, ficou pobre, sem crédito. Sua empresa faliu, seu negócio acabou.

A crise financeira é a crise de muitas famílias hoje. É o investimento que não deu certo. É o negócio que se frustrou. É a empresa que não reage. É a globalização que solapou sua estabilidade. É o jovem que sai da Faculdade sem perspectiva de emprego. É o pai de família que é mandado embora aos 50 anos e não arranja mais emprego.

Talvez um acidente, uma tragédia, uma mudança de política na empresa pegou você de surpresa e pôs sua vida financeira de cabeça para baixo. Tudo que você construiu durante anos foi de água para baixo.

2.Satanás atacou os filhos de Jó – 1.19

a)Jó era um pai exemplar (1.4,5) – Jó inspirava amizade no coração dos filhos (1.4). Ele tinha comunhão com os filhos (1.5). Ele santificava os filhos (1.5). Ele orava por todos os filhos (1.5). Ele orava pelos filhos de madrugada e continuamente (1.5). Ele priorizava a vida espiritual dos filhos.

b)Satanás atacou os filhos de Jó num dia de festa e comunhão familiar – Todos os filhos morreram num único desastre. Jó vai para o cemitério sepultar todos os seus 10 filhos de uma única vez. Sua dor é indescritível. Jó raspou a cabeça, mostrando que a sua glória havia apagado.

c)Os amigos de Jó o acusam – Disseram que a habitação de Jó havia sido amaldiçoada (5.3). Disseram que seus filhos haviam sido desamparados e destruídos (5.4). Disseram que seus filhos eram rebeldes e por isso Deus os havia destruído (8.4).

d)Quem sabe este é dilema da sua vida hoje – Há muitos filhos que estão sendo atingidos pelos dardos inflamados do maligno. Há muitos pais e mães que estão chorando pelos filhos. Há muitos filhos que estão no mundo, no vício, no pecado. Quem sabe seus filhos são rebeldes, desobedientes e isso está acabando com você.

3.Satanás atacou a saúde de Jó – 2.4-6

Satanás achou que Jó amava mais a sua pele do que a Deus.

Jó então foi ferido: infecção, mau hálito, dor, pele necrosada, corpo encarquilhado. Raspava suas feridas com cacos de telha.

As pessoas cuspiam nele. Seus ossos ardiam. Formavam-se bolhas de pus e ele mordia nessas bolhas para aliviar sua dor.

Sua dor foi tão grande que ele: 1) Desejou morrer no ventre da mãe (3.11; 10.18); 2) Desejou morrer ao nascer (3.11); Desejou que os seios de sua mãe estivessem murchos para morrer de fome (3.12); 4) Procurou e desejou a morte, mas a morte fugiu dele (3.21,22).

Quem sabe você vive o drama de uma enfermidade na família, uma doença crônica, um diagnóstico sombrio e uma cirurgia iminente.

4.Satanás atacou o casamento de Jó – 2.9,10

A mulher de Jó não suportou a pressão. Ela estava acostumada com o sucesso e não com o sofrimento. Ela estava acostumada com as glórias da prosperidade e não com o vale da adversidade.

Ele se insurgiu contra Deus, blasfemou contra ele, ergueu os punhos contra o céu e ordenou seu marido a romper com Deus e morrer.

Jó enfrenta o drama da crise conjugal. Do abandono da esposa na hora da sua maior solidão e aflição. É a dor que supera o romance. É a revolta mostra a carranca. É a crise no casamento que se instala. É o divórcio do cônjuge e depois dos filhos.

5.Satanás atacou as amizades de Jó

Eles são amigos – Vêm de longe.

Eles são solidários – Choram

Eles acusam Jó de:

a)Dizem que Jó não é convertido – 22.21-30ç

b)Dizem que Jó é um pecador endurecido – 11.3

c)Dizem que Jó é rebelde contra Deus – 34.35-37

d)Dizem que Jó é hipócrita – 4.3-5

e)Dizem que Jó é adúltero – 8.6,7ç 22.5

f)Dizem que Jó é ladrão – 18.19

g)Dizem que Jó é explorador dos pobres – 22.6

h)Dizem que Jó é insensível às necessidades dos aflitos – 22.7,9

i)Dizem que Jó é louco – 5.2

Quem sabe seus amigos mais achegados se voltam contra você: é a decepção, a mágoa, a traição, a acusação insolente, injusta.

II. A ATITUDE DE JÓ DIANTE DO DRAMA DO SOFRIMENTO

1.Jó desaba com Deus sobre sua dor

Jó, na sua angústia levou aos céus 16 vezes a pergunta: POR QUE.

a)Por que estou sofrendo

b)Por que perdi meus filhos

c)Por que Deus não responde minhas orações

d)Por que perdi meus bens

e)Por que meu casamento acabou

f)Por que meus amigos me acusam

g)Por que Deus não me mata

Jó estava cheio de queixas. Ele levantou 34 queixas contra Deus.

2.Ninguém entendeu a causa do sofrimento de Jó

a)Satanás – Ele serve a Deus por interesse.

b)A mulher de Jó – Revolta-se contra Deus, abandona-o e pede ao marido para desistir de Deus e morrer.

c)Seus amigos – A causa são os pecados de Jó.

d)Jó – acha que suas aflições foram impostas por Deus.

e)Ninguém discerniu que era Satanás que estava atacando Jó. Ilustração: SARA.

III. A INTERVENÇÃO DE DEUS NA RESTAURAÇÃO DE JÓ

1.Deus não respondeu sequer um dos questionamentos de Jó, mas faz-lhe 70 perguntas.

Onde estavas tu quando eu lançava os fundamentos da terra

Onde estavas tu quando eu espalhava as estrelas no firmamento.

Onde estavas tu quando eu punha limite nas águas do mar.

Deus mostrou para Jó sua soberania.

Quando não pudermos entender o que Deus está fazendo: podemos saber que ele está no controle e é nosso Pai.

2.Tudo que Satanás intentou contra Jó, Deus reverteu em bênção

Satanás tentou afastar Jó de Deus, mas Jó ficou mais perto do Senhor.

Satanás tentou destruir a confiança de Jó através do sofrimento, mostrando que Deus não era nem soberano nem amor; mas Jó se curva diante da soberania de Deus – Ilustração – O satanista que enviou uma compra para uma crente em necessidade.

Satanás tentou azedar o coração de Jó com mágoa de seus amigos, mas Jó intercede por eles.

Satanás tentou tirar tudo de Jó, mas Deus devolveu-o em dobro.

Jó compreendeu seis coisas:

1)Ele entendeu que não há crise que Deus não possa reverter – “Bem sei que tudo podes…” (42.2);

2)Ele entendeu que os desígnios de Deus não podem ser frustrados: “E nenhum dos teus desígnios pode ser frustrado” (42.2);

3)Ele admitiu que o seu conhecimento de Deus era superficial – “Eu te conhecia só de ouvir” (42.5);

4)Ele passou a conhecer a Deus de forma mais profunda a pessoal – “… mas agora os meus olhos te vêem” (42.5);

5)Ele reconheceu sua precipitação no falar – “Na verdade falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia” (42.3);

6)Ele passou a conhecer profundamente a si mesmo – “Por isso me arrependo no pó e na cinza” (42.6).

3.Deus restaurou a sorte de Jó

Deus restaurou todas as áreas atingidas na vida de Jó:

a)Deus restaurou os bens de Jó – dando-lhe o dobro. Hoje Deus pode por em ordem sua vida financeira. Ele pode reerguer você. Ele é o Deus da provisão.

b)Deus restaurou a saúde de Jó – Viveu mais 140 anos. Ele viu seus filhos e os filhos de seus filhos. Ele teve uma vida longa e feliz. Deus pode curar suas enfermidades. Deus pode lhe dar a alegria de ver seus filhos crescendo, se casando. Deus pode lhe dar a alegria de ver seus netos e sendo instrumentos de bênção no mundo.

c)Deus restaurou o casamento de Jó – O casamento de Jó foi curado, transformado. Acabou a mágoa, a revolta, o esfriamento. Deus é especialista em reparar vasos quebrados. Para Deus não há causa perdida nem casamento perdido. Talvez você pensa que o divórcio é a única saída. Mas Jesus pode transformar a água em vinho.

d)Deus restaurou os filhos de Jó – Agora, Jó tem 10 filhos no céu e 10 filhos na terra. Não deu o dobro, porque não perdemos os nossos filhos com a morte. Seus filhos são filhos da promessa. Não abra mão de seus filhos. Aqueles filhos que hoje podem estar lhe trazendo dor, amanhã serão baluartes nas mãos de Deus.

e)Deus restaurou os amigos de Jó – Em vez de guardar mágoa das pessoas que falam mal de você, ore por eles. Porque através da intercessão Deus vai curar você e perdoar seus amigos.

CONCLUSÃO

Deus pode restaurar sua família. Deixe de murmurar. Dobre os joelhos e comece a orar e os céus se manifestarão;

Foi quando Jó começou a orar que a sua cura brotou.

Jó começou esse processo tendo Deus como o ponto principal de relacionamento e terminou com Deus em primeiro lugar.

Sete Coisas Que o Senhor Detesta

Pv. 6.16 a 19


Por falar em agradar, o texto citado relaciona sete coisas, atitudes, que desagradam o coração de Deus, ou que o Senhor odeia, aborrece, abomina e não tolera no meio do Seu povo, e conseqüentemente, torna o povo de Deus, um povo comum, derrotado...

1) Olhos altivos

O orgulho, arrogância, soberba, presunção, altivez, é o inimigo de todo discípulo sincero. O orgulho no coração humano é um solo fértil para que as mentiras de satanás floresçam e cresçam. O Orgulho nos desvia da verdade, não admite o erro nem a responsabilidade pessoal, e ainda costuma lançar a culpa nos outros. O orgulho vem antes da destruição e da queda (Pv. 16.18).

2) Língua mentirosa.


3) Testemunha falsa que profere (espalha) mentiras

A Bíblia declara que o diabo é o pai da mentira e jamais de firmou na verdade (Jo. 8.44). Apesar disto, muitos “cristãos” vivem na mentira, proferem mentira, e falam com falsidade uns aos outros (coração fingido – Sl. 12;2). A mentira com suas variações, incluído o falatório inútil, tem prejudicado o Corpo de Cristo. Isso não agrada a Deus...

4) Mãos que derramam sangue inocente

Na Lei de Moisés e Código Penal de nosso País há orientações específicas quanto a isso; porém como esse versículo pode ser entendido, ou quais seriam algumas formas de se “derramar sangue inocente” no seio da igreja? Através da crítica ferina, de gestos e palavras grosseiras, fazendo acepção de pessoas, não tendo o mesmo sentimento uns para com os outros, mas também servindo de pedra de tropeço, golpeando assim a consciência dos irmãos (1 Co. 10. 32, 33 e 8.12).

5) Coração que trama projetos iníquos

O coração que planeja o mal, a perversão, a iniqüidade, que usa de maus artifícios, tramóias e trambiques, nunca conheceu a Deus, mesmo que freqüente alguma igreja (Mt. 7.21, 23). O que torna o povo de Deus especial é justamente o coração transformado e regenerado.

6) Pés que se apressam a correr para o mal

É o típico pecado da rebeldia; porque deliberadamente essa pessoa não obedece a Deus, e usa racionalização puramente humana e máscaras para ações pecaminosas. Será que a rebelião é um “pecadinho” que o “cristão” simplesmente pode aprender a conviver com ele? (I Sm 15.23; 1 Jo 3. 7-10).

7) O que semeia contenda entre os irmãos

Leia de novo o texto e descubra que o juízo de Deus é ainda mais forte/pesado para quem pratica tal coisa. A Igreja que procura glorificar a Deus em tudo, que busca a unidade e a edificação do Corpo, cujos membros têm comunhão com Deus e com o próximo, não tem em seu meio quem semeia contendas, quem anda com a perversidade na boca, quem provoca briga, discórdia, desentendimento entre os irmãos. Isto é próprio do ímpio, do homem vil, do homem de Belial (sem proveito) (Pv. 6. 12-14).

Autor: Pastor Napoleão Falcão
Fonte: www.centraldepregadores.com.br/napoleaofalcao/

Faltam Crentes Como João Batista


Vivesse ele entre nós – e aqui não faço nenhuma associação com a antibíblica doutrina da reencarnação – certamente os políticos passariam por alguns vexames.
Para relembrar, João Batista foi aquele servo que se distanciou do sistema mundano e refugiou-se no deserto. Rejeitou até as iguarias comuns a todos os homens da época. Com intrepidez, ousadia e destemor combateu os males do seu tempo. À multidão que se apresentava para ser por ele batizada, dizia:
“Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi frutos dignos de arrependimento. Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo” (Lc 3.7-9).
Como precursor de Cristo, anunciou:
“Eu, na verdade, batizo-vos com água, mas eis que vem aquele que é mais poderoso do que eu, a quem eu não sou digno de desatar a correia das suas sandálias; este vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (Lc 3.16).
Esse grande João Batista teve a audácia de repreender o rei Herodes, por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe. Disse-lhe João:
“Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão” (Mc 6.18).

Apesar de destemido, “a voz que clama no deserto” deixou-nos um belo exemplo de humildade. Quando lhe informaram que Jesus estava batizando, em vez de sentir inveja, respondeu: É necessário que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30). Esse tipo de conduta é muito difícil nos dias atuais.
Fico a imaginar o que faria João Batista – se estivesse entre nós – ao tomar conhecimento das bruxarias realizadas nos porões do palácio presidencial, como ocorreu há alguns anos. É possível que subisse a rampa do palácio para um encontro pessoal com o presidente. Com o indicador em riste, talvez dissesse: “Não te é lícito usares a Casa do Povo para trabalhos de feitiçaria, contrariando a vontade de Deus. Arrependa-te de tuas feitiçarias, porque do contrário Deus passará teu cajado para outro”. É possível que sua prisão fosse decretada por desrespeito à autoridade, tal como nos tempos de Herodes. Mas o intrépido João não olhava para as circunstâncias. Sua vontade irremovível era dar testemunho da verdade. Não foi por menos que Jesus declarou o seguinte a seu respeito:
“Entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista” (Mt 11.11).
Hoje em dia políticos há que mudam de parceira como mudam de camisa, e mesmo assim recebem o aval dos eleitores da comunidade cristã.
Fico a imaginar qual seria a reação desse homem ao ver a agressão que o Evangelho de Jesus vem sofrendo hoje em dia. Agressão, violência, mutilação. Será que ele ficaria apenas envergonhado, enojado, insatisfeito, de cara fechada? O que diria e o que faria ele ao ver, por exemplo, homens, mulheres e crianças tocando cornetas na Casa de Deus para que os muros de Jericó caiam? O que faria ele ao ver tantas ovelhas sofrendo violenta pressão psicológica para aumentarem mais e mais as ofertas para a Igreja?
João Batista iria incomodar muito. E não adiantaria falar em perseguições, em divisão do Corpo de Cristo, em “não toqueis em meus ungidos”. Talvez ele dissesse que o que mais divide o Corpo são as heresias, os modismos, as extravagâncias, a ganância, o outro Evangelho, que se apresentam com a marca da teologia da prosperidade.
Qual a resposta de João a um filho do evangelho do sucesso que lhe afirmasse: “Eu quero ser rico, ter carro importado, boa poupança, comer em bons restaurantes. Se não for assim, para que me serve ser cristão?” Eu não gostaria nem de estar perto para ouvir a repreensão daquele que deu a vida por causa da verdade.

Estão faltando crentes como João Batista!

Autor: Pr Airton Evangelista da Costa

10 Mandamentos Para os Pais


01. Cultivar o amor crescente, paciente e eterno.

02. Considerar o cônjuge como presente de Deus, propondo estar ao seu lado, honrá-lo, amá-lo, até que a morte o separe, sendo exemplo para os filhos.

03. Cuidar para que o seu cônjuge não tenha aborrecimentos, evitando fervilhar sua mente com coisas corriqueiras e banais que para nada servem a não ser para tirar a paz, a estabilidade, e trazer irritação, o ódio e as tensões. Isso é terrível para os filhos, que vêm os pais em conflito sem necessidade.

04. Cuidar do lar com afinco. Suprir as suas necessidades, marcar a presença no mesmo de tal forma que ela seja sentida quando houver uma distância entre os cônjuges. Isso é muito importante, pois um dos maiores problemas, nos lares, são os pais "ausentes", não só fisicamente, mas, sobretudo emocionalmente. Pais que não se comunicam com os filhos, que dão mais valor a ficar diante da TV ou dos jornais, dos jogos, dos amigos, do que do lar. Um psicólogo disse que a "ausência" do pai, dando lugar a uma mãe superprotetora, junto a um filho, pode contribuir para o homossexualismo masculino.

05. Policiar as conversas com outras pessoas, sabendo de antemão que as coisas íntimas do relacionamento conjugal são propriedade exclusivamente dos cônjuges e não interessa a outras pessoas sabê-las, até mesmo parentes. De fato, conhecemos casos de pessoas, principalmente mulheres, que saem nas casas, contando seus problemas íntimos. Depois, surgem comentários desabonadores, que chegam ao conhecimento do cônjuge, aumentando os conflitos. Os filhos também sentem-se ofendidos, por saber que estranhos têm conhecimento do que se passa no seu lar.

06. Participar totalmente do relacionamento íntimo, pois este relacionamento é Dom de Deus à criação e Deus requer pureza, honestidade, e amadurecimento de ambos. Um casal precisa ter não só confiança, mas intimidade espiritual, emocional e física, ou seja, sexual, que deve ser desfrutada da melhor maneira possível, como fator de união e estabilidade entre si.

07. Desenvolver atitudes que demonstrem que o cônjuge a cada dia sinta-se amado, preferido e muito querido. As atitudes de um para o outro são muito valiosas, quando sinceras e leais. Um esposo deve dizer sempre palavras agradáveis, carinhosas e afetivas para a esposa. Esta, da mesma forma, deve esforçar-se para demonstrar carinho e afeto para com o esposo. Isso é como aguar a planta do amor todo o dia, e serve de exemplo para os filhos.

08. Cultivar uma recreação sadia, aproveitando as oportunidade que o tempo propiciar. A recreação é vital para um entrosamento crescente e fortalece o companheirismo. Muitas pessoas dizem que não tem tempo para o lazer, para a recreação. De fato, hoje, é muito difícil desenvolver momentos de lazer com a família. Mas é preciso planejar e encontrar momentos de descontração, de entretenimento para com os filhos e o próprio casal. Um passeio no fim de semana, uma visita a um parque de exposições, uma ida ao shopping, uma visita a pessoas amigas, tudo isso pode quebrar a rotina do lar, com ótimos resultados emocionais para os pais e os filhos.

09. Manter o espírito familiar. Considerar os parentes de ambos os cônjuges e amá-los. Tratá-los com dignidade. Despertar a fraternidade e semear a união entre os mesmos. Conhecemos casos em que o casal vive infeliz, porque um dos cônjuges não considera os sogros, tratando-os com desprezo e falta de respeito. Com isso, o coração do outro fica ferido, causando problemas de relacionamento. E mau exemplo apara os filhos.

10. Manter uma vida plena de comunão com Deus. Orando juntos, ensinando os filhos trilhar nos caminhos retos. Enfim, viver... O zelo pela parte espiritual, no lar, é fundamental para um viver feliz. Sem Deus, o lar pode ser minado pelas forças do mal, que se materializam através das drogas, dos vícios, da prostituição, da desunião, da contenda, da disputa pelo poder, do ciúme, e de tantos males que atacam a família. Só com a presença do Espírito Santo no lar é possível enfrentar os desafios de um mundo materialista, hedonista, e relativista, em que vivemos. O culto doméstico é indispensável para a união da família. É bom dizer como Samuel: "Eu e minha casa serviremos ao Senhor".

Autor: Pastor Napoleão Falcão
Fonte: www.centraldepregadores.com.br/napoleaofalcao/